Existem filmes que passam por nós e se perdem com o tempo. Outros revisitamos quase por costume, mas existe um terceiro tipo: aqueles que nos marcam, que despertam algo ou simplesmente nos conquistam por completo. Eles não permanecem apenas na memória de quem os assistiu; ajudam a moldar nossa relação com o medo, o sagrado, a solidão e até com o próprio destino. Quantos autores não passaram a se dedicar aos gêneros de seus filmes preferidos? Quantos desenhistas não trilharam